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Leonardo Menezes
Curso Superior de Negócios e alimentação (Universidade FUMEC)
Curso Superior de Gastronomia (SENAC Minas)
Pós Graduado em Gestão de segurança de alimentos (SENAC Minas)
Experiência
Profissional
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Restaurante Guilhermina (Comida Internacional)
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Restaurante Gracilliano (Comida Francesa)
-
Radisson Plaza Santiago Hotel (Comida
Internacional)
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Copacabana Palace (Feijoada do Ricardo Amaral)
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Restaurante e Bar Brasil (Comida Brasileira)
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Contato:
Chef
Leonardo:
554203-1990 Nextel ID:
72*650163*2
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Categoria:
Café da manhã, Lanches e festas
Rendimento:
10 porções
Grau de
dificuldade:
Fácil
Empadão
de Palmito
Ingredientes
Massa Podre
- 500g de farinha de trigo peneirada
- 150g de banha de porco
- 125g de manteiga sem sal gelada e picada
- 1/4 xícara (chá) de água gelada
- 1 colher (chá) de sal
- 3 gemas
Creme de Palmito
- 2 dentes de alho socados
- 1/3 xícara (chá) de óleo/azeite de boa qualidade
- 1 cebola grande picadinha ou ralada
- 2 tomates sem pele e sem sementes picadinhos
- 1 vidro grande de palmitos picados
- 1 lata de ervilha em conserva
- 1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadinhas
- 1 tablete de caldo de galinha
- 3 colheres (sopa) de salsinha verde picadinha
- Sal, molho de pimenta e temperos a gosto
- 1 xícara (chá) de água filtrada ou água do palmito
- 2/3 xícara (chá) de farinha de trigo (aproximadamente)
Modo de preparo:
Massa Podre
-
Coloque numa tigela grande todos os ingredientes secos e as gorduras
geladas e picadas.
- Vá esfarelando com a ponta dos dedos até obter uma farofa úmida.
- Em seguida, junte a mistura de água com as gemas e amasse
delicadamente até obter uma massa lisa, macia e homogênea.
- Leve à geladeira por 40 minutos e empregue na montagem.
Creme de Palmito
-
Doure o alho no azeite, junte a cebola, os tomates e refogue muito
bem.
- Vá juntando os demais ingredientes, deixe abrir fervura e tempere
a gosto.
- Em fogo baixo, junte em chuva a farinha de trigo e vá mexendo
rapidamente até obter um creme homogêneo, porém, firme.
- Empregue somente quando frio.
Montagem
- Com
2/3 da massa forre o fundo e lados de uma torteira com 24cm de
diâmetro e 4cm de altura.
- Fure com um garfo, espalhe o creme de palmito e cubra com um disco
de massa aberta fina, apertando muito bem as bordas.
- Em seguida, pincele a superfície com a gema e decore com rolinhos
de massa cruzados, formando um xadrez.
- Pincele os rolinhos com gema e leve ao forno pré-aquecido a 200ºC,
assando até que esteja bem dourada.
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DICAS
FRUTOS
DO MAR
1. As conchas de ostras
abrirão facilmente se forem lavadas em água fria e depois guardadas
no congelador, dentro de sacos plásticos, por uma hora.
2. Quando cozinhar lagosta, junte uma cebola à água de
cozimento. Quando a cebola estiver cozida, a lagosta também estará.
3. Para cozinhar mexilhões ou vôngoles, não coloque água, mas
apenas um pouquinho de óleo. Leve a panela tampada ao fogo. Eles
cozinharão no próprio caldo.
4. A casca dos camarões sairá facilmente se vocˆ despejar por
cima água fervente com um pouco de limão ou vinagre.
5. Ao fazer camarão, guarde as cascas num recipiente fechado,
dentro do congelador. Elas poderão ser utilizadas no preparo do
arroz. Para isso, ferva à parte, a água com as cascas do camarão.
Depois, é só cozinhar o arroz nessa água que ele ficará com gostinho
de camarão.
6. Empane os camarões em mel e depois passe na farinha de
rosca. Frite em bastante óleo. Eles ficarão com um sabor especial.
7. Se você cozinhar o camarão com casca em cerveja, ele
ficará com um sabor parecido com o da lagosta.
8. Lave e enxugue os camarões. Coloque um por um numa
assadeira, jogue sal por cima e leve ao forno para secar. Frite-os e
use no preparo de molhos, croquetes, saladas e outros pratos.
9. Para eliminar o cheiro do camarão, acrescente à água
fervente, durante o cozimento, um talo de salsão.
10. Para retirar facilmente as tripas do camarão, use uma
agulha de crochê bem fina.
11. Lave os camarões com casca e ferva em água sem sal. As
cascas se soltarão com facilidade enquanto os camarões ainda
estiverem quentes.
Indicação de Livros
Livro:
Carlota: Balaio de
Sabores
Editora :Nacional
Especialidade :
Cozinha regional
Propósito do Livro:
As receitas mais pedidas do restaurante
Carlota, de Carla Pernambuco, com dicas sutis e curiosas que
acrescem criatividade à cozinha diária. Entre os deliciosos pratos,
encontram-se Batatas ao Murro, Camarão Crocante e Pastelão de
Palmito, ilustrados com fotografias.
Universidades
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BRASIL
Faculdade Regional da Bahia -
FARB
www.unirb.edu.br
Cidade: Salvador BA
Tel: (71)3368-8300 |
México
Universidad Anáhuac de Cancún
www.anahuaccancun.edu.mx
Ciudad: Cancun
Tel: 01(800)822-2622 |
Curiosidades
Uma Culinária de Personalidade
A culinária sergipana possui dialeto
próprio, com uma série de nomenclaturas capazes de confundir o
visitante. O pé-de-moleque local, por exemplo, nada tem a ver com o
doce de amendoim que conhecemos. Trata-se de mais um subproduto do
beiju. É feito de tapioca úmida com coco ralado, leite e pouco
açúcar e vem enrolado em folha de bananeira.
O pão de queijo sergipano difere bastante do mineiro. Trata-se de um
pão com queijo ralado em cima e recheado com requeijão. Se for pedir
uma carne frita, será servido um ensopado. Se não for essa a sua
intenção, peça uma carne "assada no óleo". Os ensopados se chamam
guisados.
Durante uma festa junina, se o seu desejo for uma canjica, peça pelo
nome de munguzá. Caso contrário lhe será servido um curau.
Uma das atrações gastronômicas mais distintas é a feijoada
sergipana. É feita com feijão marrom e legumes: abóbora, maxixe,
quiabo, cenoura. Leva pouca carne de porco e muito charque. Todos os
ingredientes são cozidos na mesma panela.
Já o pirão de leite, outra iguaria nativa, é feito à base de leite,
farinha de mandioca e margarina e é servido com a tradicional
carne-de-sol.
Há ainda uma grande oferta tanto de peixes e crustáceos de água doce
como de frutos do mar. Vale experimentar, por exemplo, o pitu. É um
camarão grande, geralmente pescado nos rios São Francisco e Real, e
servido frito ou em moqueca.
Em geral, percebe-se que a moqueca sergipana, se comparada com a
versão baiana, leva menos azeite-de-dendê e menos leite de coco. É
um pouco mais leve, portanto. Já o surubim, uma espécie de peixe de
água doce, fica delicioso se cozido e servido com molho de coco.
Na praia de Atalaia, em Aracaju, fica a Passarela do Caranguejo. Há
vários restaurantes colados uns aos outros, nos quais é possível
pedir a iguaria por unidade. Cada peça custa de R$ 1,50 a R$ 2. Há
dias da semana em que, pelo mesmo preço, leva-se em dobro. O ritual
é conhecido: tábua e martelo na mão e alguma paciência para
descobrir o ninho de carne. São servidos também pratos de carne de
caranguejo já separada, na forma de casquinha de siri.
O caranguejo é tão abundante nos mangues de Sergipe que chega a ser
"exportado" para outros Estados, como Pernambuco, Bahia, Alagoas e
Ceará. Dizem que os melhores caranguejos são pescados de maio a
agosto, nos meses que não têm a letra "r". É quando o animal está
mais gordo, momentos antes de trocar de casca.
Quanto às frutas típicas, deve-se destacar a mangaba. É uma fruta
pequena, verde e bastante mole, utilizada como base para sorvetes,
bolos, doces e, principalmente, sucos. Seu gosto lembra uma mistura
de banana com pêra, podendo ser um pouco adstringente se a fruta não
estiver madura.
Já o caju merece ser provado como sobremesa: em calda, cristalizado
ou desidratado. Do jenipapo também são feitos sucos e doces.
E, para quem aprecia as oleaginosas, vale a pena experimentar as
castanhas doces, cozidas com uma camada de açúcar, e o amendoim, que
em Sergipe costuma ser colhido verde e cozido em água e sal, em vez
de ser torrado.
Eventos
gastronômicos
Festival
Internacional de Cultura e Gastronomia
17 a 26 de agosto de 2008
Tiradentes - Minas Gerais
www.festivalgastronomia.com.mx